
28.12.07
LULA 2008 melhor do que 2007 que já foi ótimo para o POVO Brasilieiro
Minhas amigas e meus amigos,
PT
Nesta noite, quero fazer com vocês um balanço de 2007, deste excelente momento do Brasil. Quero começar agradecendo a todos que, com seu trabalho, esforço e determinação, tornaram esse momento possível.
Quero agradecer ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário.
Quero agradecer tanto aos que apoiaram como aos que criticaram o governo, ao longo desses anos. Sem a participação de todos seria impossível unir o País e encontrar os melhores caminhos para o futuro.
A todos vocês, meu muito obrigado.
Já podemos dizer, com certeza, que nossa economia cresceu mais de 5% em 2007. E 2008 será também muito bom, pois estamos iniciando o ano com um ritmo bem vigoroso.
O desemprego está em queda. De janeiro a novembro, criamos 1 milhão 936 mil empregos com carteira assinada, um recorde histórico. Segundo o IBGE, o índice de desemprego no mês passado foi de 8,2%. O mais baixo de toda a história dessa pesquisa.
Não só aumenta o emprego. O salário também melhora. Em 97% dos acordos, o trabalhador teve reajuste maior ou igual à inflação. A massa salarial cresceu 7% este ano.
Nos últimos 5 anos, 20 milhões de pessoas deixaram as classes D e E, de baixo consumo, e migraram para a classe C. Apenas nos últimos 17 meses, 14 milhões de brasileiros ingressaram nesta nova classe média, cada vez mais ativa e numerosa.
Ou seja, finalmente, estamos criando um amplo mercado de massas.
Inclusão social
Um amplo mercado de massas não só melhora a vida de milhões de famílias. Também gera um círculo virtuoso: como há mais gente entrando no mercado consumidor, crescem as vendas, a indústria e o campo produzem mais, os empresários investem com mais força e as empresas abrem mais vagas.
Por tudo isso, este ano, a ONU incluiu o Brasil, pela primeira vez, no grupo dos países com alto índice de desenvolvimento humano. É sinal de que nossa luta contra a pobreza, através de programas como o Bolsa Família, está dando certo. Isso mostra que inclusão social não é apenas uma expressão bonita e desejada e, sim, uma realidade. Uma realidade que vai se ampliar ainda mais, porque o Brasil descobriu como fazer crescimento econômico com inclusão social.
Esta talvez seja a nossa maior conquista nos últimos anos: o Brasil não aceita mais ser um país de poucos. Está se tornando um país de muitos. E não descansará enquanto não for de todos.
Programa de Aceleração do Crescimento – PAC
Em 2007, lançamos e consolidamos o PAC. Em 2008, o Brasil será um canteiro de obras. Nos próximos anos, 504 bilhões de reais vão se transformar em rodovias, ferrovias, hidrovias, energia, portos e aeroportos, habitação, água potável e saneamento básico.
O PAC significa, antes de tudo, crescimento e emprego. As décadas perdidas, pela falta de confiança no País e pela falta de planejamento e de ação do Estado, ficaram para trás.
Não só estamos fazendo mais, como estamos fazendo muito mais barato. Nas licitações para exploração de rodovias, o preço dos pedágios caiu fortemente. No leilão da usina de Santo Antonio, no rio Madeira, o custo do megawatt/hora voltou aos patamares do início da década de 90. São ótimas notícias para o País.
Meio ambiente
Se o Brasil descobriu como crescer com inclusão social, também está descobrindo como crescer sem destruir a natureza. Temos conseguido reduzir o desmatamento de forma constante e sustentada. Estamos ampliando nossa liderança mundial no uso e na produção de biocombustíveis. E, a partir do dia 1o de janeiro, daremos um novo passo, adicionando 2% de biodiesel a todo o óleo diesel consumido no País. Nossa matriz energética é e continuará sendo uma das mais limpas do mundo.
Todo esse esforço nos dá autoridade para exigir dos países ricos, os que mais poluem o planeta, medidas efetivas para reduzir o aquecimento global.
Avançar mais
A casa está arrumada e os resultados começam a aparecer. Mas é necessário avançar ainda mais, sobretudo em segurança, educação e saúde.
Na segurança, queremos estreitar ainda mais a colaboração com os estados. Reforçamos a inteligência policial, organizamos a Força Nacional de Segurança e fortalecemos a Polícia Federal. E lançamos neste ano o Pronasci, programa que investirá até 2010 mais de R$ 6 bilhões no combate ao crime, além de apoiar os jovens ameaçados de cair na delinqüência.
Na educação, além do Fundeb, criamos o Plano de Desenvolvimento da Educação, o PDE, que fará uma revolução na qualidade do ensino no País. Até 2010, serão aplicados 12 bilhões de reais a mais nos ensinos médio e fundamental, reforçando os salários dos professores e equipando as escolas. E estamos abrindo 10 novas universidades públicas, 48 extensões universitárias no interior e 214 escolas técnicas em todo o País. Também estamos ampliando o Prouni, que já ofereceu 400 mil bolsas de estudos em faculdades particulares, e lançando o Reuni que, em 4 anos, vai criar cerca de 400 mil novas vagas nas universidades federais. Assim, tornaremos mais democrático o acesso ao ensino superior.
Na saúde, no começo de dezembro, lançamos o PAC, que destinaria até 2010 mais R$ 24 bilhões para o setor. Entre outras coisas, todas as crianças das escolas públicas passariam a ter consultas médicas regulares, inclusive com dentistas e oculistas. Infelizmente, esse processo foi truncado com a derrubada da CPMF, responsável em boa medida pelos investimentos na saúde. Como democrata, respeito a decisão tomada pelo Congresso. E estou convencido de que o governo, o Congresso e a sociedade, juntos, encontrarão uma solução para o problema.
Confiança no Brasil
As boas notícias na economia e em outros setores criaram um novo clima no País. Hoje, há mais brasileiros olhando para o futuro com esperança.
Nada disso está ocorrendo por acaso. É fruto do trabalho e das escolhas feitas pelo povo e pelo governo. É fruto da participação social e do funcionamento da democracia. Estamos colhendo o que plantamos.
Volto a repetir que sou, ao mesmo tempo, o mais satisfeito e o mais insatisfeito dos brasileiros. Satisfeito porque fizemos muito, e insatisfeito porque ainda é pouco diante do tamanho da nossa dívida social.
Da minha parte, tenho fé que somos um povo capaz de enfrentar as maiores dificuldades e resolver qualquer problema. Fizemos isso em momentos muito mais difíceis. Certamente poderemos fazer muito mais agora, quando o Brasil encontrou seu rumo e está no caminho certo.
Um feliz ano novo. Que 2008 seja ainda melhor que 2007.
Boa noite.

Quero agradecer ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário.
Quero agradecer tanto aos que apoiaram como aos que criticaram o governo, ao longo desses anos. Sem a participação de todos seria impossível unir o País e encontrar os melhores caminhos para o futuro.
A todos vocês, meu muito obrigado.
Já podemos dizer, com certeza, que nossa economia cresceu mais de 5% em 2007. E 2008 será também muito bom, pois estamos iniciando o ano com um ritmo bem vigoroso.
O desemprego está em queda. De janeiro a novembro, criamos 1 milhão 936 mil empregos com carteira assinada, um recorde histórico. Segundo o IBGE, o índice de desemprego no mês passado foi de 8,2%. O mais baixo de toda a história dessa pesquisa.
Não só aumenta o emprego. O salário também melhora. Em 97% dos acordos, o trabalhador teve reajuste maior ou igual à inflação. A massa salarial cresceu 7% este ano.
Nos últimos 5 anos, 20 milhões de pessoas deixaram as classes D e E, de baixo consumo, e migraram para a classe C. Apenas nos últimos 17 meses, 14 milhões de brasileiros ingressaram nesta nova classe média, cada vez mais ativa e numerosa.
Ou seja, finalmente, estamos criando um amplo mercado de massas.
Inclusão social
Um amplo mercado de massas não só melhora a vida de milhões de famílias. Também gera um círculo virtuoso: como há mais gente entrando no mercado consumidor, crescem as vendas, a indústria e o campo produzem mais, os empresários investem com mais força e as empresas abrem mais vagas.
Por tudo isso, este ano, a ONU incluiu o Brasil, pela primeira vez, no grupo dos países com alto índice de desenvolvimento humano. É sinal de que nossa luta contra a pobreza, através de programas como o Bolsa Família, está dando certo. Isso mostra que inclusão social não é apenas uma expressão bonita e desejada e, sim, uma realidade. Uma realidade que vai se ampliar ainda mais, porque o Brasil descobriu como fazer crescimento econômico com inclusão social.
Esta talvez seja a nossa maior conquista nos últimos anos: o Brasil não aceita mais ser um país de poucos. Está se tornando um país de muitos. E não descansará enquanto não for de todos.
Programa de Aceleração do Crescimento – PAC
Em 2007, lançamos e consolidamos o PAC. Em 2008, o Brasil será um canteiro de obras. Nos próximos anos, 504 bilhões de reais vão se transformar em rodovias, ferrovias, hidrovias, energia, portos e aeroportos, habitação, água potável e saneamento básico.
O PAC significa, antes de tudo, crescimento e emprego. As décadas perdidas, pela falta de confiança no País e pela falta de planejamento e de ação do Estado, ficaram para trás.
Não só estamos fazendo mais, como estamos fazendo muito mais barato. Nas licitações para exploração de rodovias, o preço dos pedágios caiu fortemente. No leilão da usina de Santo Antonio, no rio Madeira, o custo do megawatt/hora voltou aos patamares do início da década de 90. São ótimas notícias para o País.
Meio ambiente
Se o Brasil descobriu como crescer com inclusão social, também está descobrindo como crescer sem destruir a natureza. Temos conseguido reduzir o desmatamento de forma constante e sustentada. Estamos ampliando nossa liderança mundial no uso e na produção de biocombustíveis. E, a partir do dia 1o de janeiro, daremos um novo passo, adicionando 2% de biodiesel a todo o óleo diesel consumido no País. Nossa matriz energética é e continuará sendo uma das mais limpas do mundo.
Todo esse esforço nos dá autoridade para exigir dos países ricos, os que mais poluem o planeta, medidas efetivas para reduzir o aquecimento global.
Avançar mais
A casa está arrumada e os resultados começam a aparecer. Mas é necessário avançar ainda mais, sobretudo em segurança, educação e saúde.
Na segurança, queremos estreitar ainda mais a colaboração com os estados. Reforçamos a inteligência policial, organizamos a Força Nacional de Segurança e fortalecemos a Polícia Federal. E lançamos neste ano o Pronasci, programa que investirá até 2010 mais de R$ 6 bilhões no combate ao crime, além de apoiar os jovens ameaçados de cair na delinqüência.
Na educação, além do Fundeb, criamos o Plano de Desenvolvimento da Educação, o PDE, que fará uma revolução na qualidade do ensino no País. Até 2010, serão aplicados 12 bilhões de reais a mais nos ensinos médio e fundamental, reforçando os salários dos professores e equipando as escolas. E estamos abrindo 10 novas universidades públicas, 48 extensões universitárias no interior e 214 escolas técnicas em todo o País. Também estamos ampliando o Prouni, que já ofereceu 400 mil bolsas de estudos em faculdades particulares, e lançando o Reuni que, em 4 anos, vai criar cerca de 400 mil novas vagas nas universidades federais. Assim, tornaremos mais democrático o acesso ao ensino superior.
Na saúde, no começo de dezembro, lançamos o PAC, que destinaria até 2010 mais R$ 24 bilhões para o setor. Entre outras coisas, todas as crianças das escolas públicas passariam a ter consultas médicas regulares, inclusive com dentistas e oculistas. Infelizmente, esse processo foi truncado com a derrubada da CPMF, responsável em boa medida pelos investimentos na saúde. Como democrata, respeito a decisão tomada pelo Congresso. E estou convencido de que o governo, o Congresso e a sociedade, juntos, encontrarão uma solução para o problema.
Confiança no Brasil
As boas notícias na economia e em outros setores criaram um novo clima no País. Hoje, há mais brasileiros olhando para o futuro com esperança.
Nada disso está ocorrendo por acaso. É fruto do trabalho e das escolhas feitas pelo povo e pelo governo. É fruto da participação social e do funcionamento da democracia. Estamos colhendo o que plantamos.
Volto a repetir que sou, ao mesmo tempo, o mais satisfeito e o mais insatisfeito dos brasileiros. Satisfeito porque fizemos muito, e insatisfeito porque ainda é pouco diante do tamanho da nossa dívida social.
Da minha parte, tenho fé que somos um povo capaz de enfrentar as maiores dificuldades e resolver qualquer problema. Fizemos isso em momentos muito mais difíceis. Certamente poderemos fazer muito mais agora, quando o Brasil encontrou seu rumo e está no caminho certo.
Um feliz ano novo. Que 2008 seja ainda melhor que 2007.
Boa noite.
Luiz Inácio LULA da Silva
SÃO LEOPOLDO - Balanço da gestão marca transmissão de cargo na Prefeitura de São Leopoldo
Balanço da gestão marca transmissão de cargo na Prefeitura de São Leopoldo

Dezenas de autoridades acompanharam a transmissão de cargo entre o prefeito Ary Vanazzi e o vice Alexandre Roso, no dia 28 de janeiro. O prefeito ficará licenciado por 20 dias, retornando no dia 22 de janeiro. Durante a solenidade, Vanazzi fez um rápido balanço das ações da Administração Popular nos últimos três anos e comentou sobre as perspectivas para os últimos 12 meses do mandato.
“Vamos ingressar em 2008 com o intuito de cumprir todas as tarefas com as quais nos comprometemos. São Leopoldo nunca viu tantos investimentos num período tão curto de tempo. Foram aplicados R$ 150 milhões na cidade. Essa soma só foi possível por termos uma equipe eficiente de secretários, funcionários e competência para elaborar projetos consistentes na busca de recursos federais”, enumerou.
“No início de 2008, começaremos uma série de obras: abertura da avenida John Kennedy, que custará R$ 4 milhões; a obra da avenida João Corrêa, que terá seis pistas e o canal reformado; mais três postos de saúde - um na Feitoria, um no Campestre e outro no Santos Dumont; também estamos modernizando o Hospital Centenário", destacou.

Sonho comum
Após a assinatura de transmissão, o prefeito em exercício Alexandre Roso ressaltou o trabalho em equipe realizado pela atual gestão. “Recebo o cargo com naturalidade, por que sempre trabalhamos ombro a ombro. Nós temos um sonho em comum: o de fazer uma nova cidade. A cada dia queremos mais. É o que a população espera também. E vocês podem esperar muito mais”, garantiu Roso.
O prefeito em exercício destacou a presença do seu pai na solenidade. Disse que Guerino Roso é um de seus maiores incentivadores. “Ele exige muito de mim. Acompanha de perto minhas ações e cobra resultados”, revelou.
18.12.07
RICARDO BERZOINI - Presidente do PT
Berzoini: mobilização da militância em 2007 mostrou maturidade da democracia petista
Acesse: PT

Ele referiu-se não apenas ao PED, mas também a todo o processo do 3º Congresso e de prévias municipais. “Embora possamos apontar falhas e trabalhar pela sua superação, o mais importante é verificar a maturidade de nossa democracia e o aprofundamento do debate político”, afirmou.
Leia abaixo a íntegra da entrevista:
Qual sua avaliação do PED 2007?
Foi mais uma demonstração da democracia interna do PT, que em 2007 realizou seu 3º Congresso e uma eleição nacional, ambos os processos com centenas de milhares de militantes. Embora possamos apontar falhas e trabalhar pela sua superação, o mais importante é verificar a maturidade de nossa democracia e o aprofundamento do debate político. A militância do PT está de parabéns.
As projeções indicam que sua porcentagem eleitoral neste ano (em torno de 62%) será superior a do segundo turno do PED de 2005 (51,61%).
A que o sr. atribui esse crescimento?
São duas eleições diferentes disputadas em situações distintas. É claro que hoje o meu nome e minha atuação como dirigente partidário são mais conhecidos dos filiados. Também reflete a confiança dos militantes que apoiaram outros candidatos no primeiro turno e que votaram em mim nesse domingo.
Qual foi recado que a militância petista passou nesse PED?
Esse PED foi desdobramento do nosso 3º Congresso. Mas a militância reafirmou seu compromisso com o PT, depois de um ano intenso, com muitos debates e até prévias municipais, batemos o recorde de 2005, com 326 mil votantes.
A nova direção do PT vai preparar o partido para as eleições municipais de 2008. De que maneira isso será feito?
Vamos estruturar o Grupo de Trabalho Eleitoral para dar apoio aos Diretórios Regionais e Municipais. Além disso, vamos abrir o debate sobre a política de alianças e sobre as questões programáticas comuns, que servirão de base para os programas locais. E vamos preparar documentos de orientação para a estruturação das campanhas.

As decisões do 3º Congresso sobre Formação e Comunicação devem ser o centro dessa preocupação, além de medidas que possam ampliar a transparência da gestão partidária em todos os níveis. O PT também precisa cuidar melhor de seu cadastro de filiados, bem como rediscutir sua política de finanças.
De que maneira o PT, sob sua presidência, pretende se relacionar com os partidos que fazem parte da coalizão do governo Lula e com o próprio presidente?
O PT é um partido, deve ter propostas e considerações que representem seu pensamento político. Por outro lado, é o partido do presidente Lula, tem responsabilidade quanto ao apoio político ao governo. Deve apresentar propostas e críticas, quando necessário, de forma inteligente, sem confundir sua base em relação à nossa solidariedade com o governo. Os partidos da coalizão têm origens e programas muito diferentes, a relação com cada um deles se dá de forma distinta. Com os partidos de esquerda temos um diálogo estruturado em cima de nossas relações históricas e de questões programáticas.

17.12.07
Presentão do PSDB aos brasileiros
O Presente do PSDB aos brasileiros.
Bessinha A Charge On Line 17/12/2007
Depois de duas reedições, portanto depois de ter sido aprovado por 3 vezes, a CPMF, que de provisória, VIROU PERMANENTE, foi rejeitada pelos seus criadores.
FFHH, o destruidor do Brasil e sua laia de DEMOS usaram seu poder de minoria para rejeitar o projeto em que FINALMENTE tansformaria a CPMF em justa e para a SAÚDE.
A proposta do Presidente LULA era de que a maior parte da população não pagasse a contribuição. Isso porque quem recebe até 2.850 não teria mais que pagar a CPMF, visto que seria abatida do Imposto de Renda.
Pela primeira vez a CPMF também iria INTEGRALMENTE para a SAÚDE, coisa que os tucanos nem tentaram quendo a inventaram.
Quem ganha com essa história são os grandes sonegadores que estavam sendo presos pela POLÍCIA FEDERAL por conta do cruzamento de informações que a CPMF permitia. Quem ganha com isso são os ricos que movimentam seu dinheiro de conta em conta bancária e não o investem na produção. Quem ganha com isso são os bandidos e os bancos que continuam lucrando as custas do POVO BRASILEIRO que é quem paga para viver mal no Brasil.
Lamentavelmente a charge do Cássio, é o retrato do que nos espera.
Espero que a população entenda a charge do Bessinha e coloque a responsabilidade sobre quem é o responsável.
12.12.07
LULA em alta
Aprovação de Lula sobe para 65% e governo tem a melhor avaliação do ano

Já na avaliação negativa, 17% qualificam o governo como "ruim" ou "péssimo". Este indicador caiu um ponto percentual em relação a setembro, quando 18% da população avaliou desta forma o governo.
A nota média para o Governo Lula manteve o patamar de 2007, e foi de 6,6 em dezembro, segundo o levantamento. Há um ano, a nota média era 7.
Para se chegar aos resultados, foram entrevistadas 2.002 pessoas (com 16 anos ou mais), em 141 municípios, entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Avaliação do presidente
Enquanto a aprovação de Lula subiu, a desaprovação caiu de 33% para 30%. Entre os segmentos pesquisados, a desaprovação supera a aprovação apenas na faixa que recebe mais de 10 salários mínimos por mês. O crescimento do saldo de aprovação é expressivo entre os jovens, na faixa com nível superior, entre os que recebem entre 5 e 10 salários mínimos e nos municípios que possuem entre 20 mil e 100 mil habitantes.
A pesquisa também mostra que 60% da população confia no presidente Lula, contra 35% que não confia. O contingente dos que dizem não confiar teve baixa de dois pontos percentuais em relação a setembro.
Áreas do governo
A maioria da população desaprova o governo federal nos temas segurança pública (66%), controle da inflação (49%), taxa de juros (59%), desemprego (51%) e impostos (69%).
Na questão da segurança pública, ocorreu um aumento bastante nítido da desaprovação. Atualmente, 66% dos brasileiros desaprovam a atuação do governo na área, enquanto 32% aprovam. Há três meses, os percentuais eram 61% e 36%, respectivamente.Hoje, 32% dos entrevistados afirmam que a segurança é o tema que mais merece atenção da sociedade. Há um ano, segurança aparecia em segundo lugar, com 23%. O primeiro era o combate à corrupção.
10.12.07
Olívio Dutra
Olívio Dutra fala sobre a crise financeira do Rio Grande do Sul

A entrevista foi concedida ao jornalista Elder Ogliari do jornal Estado de São Paulo, sucursal do Rio Grande do Sul.
Estadão:
Na sua opinião, quais as causas da crise financeira do Estado do Rio Grande do Sul?
Olívio Dutra:
A enorme renúncia fiscal; os favores tributários; o sucateamento da administração fazendária; pensões e aposentadorias nababescas sem sustentação em contribuições passadas ou presentes; número de inativos maior do que o de trabalhadores ativos; um capitalismo cevado pelo Estado e o Estado funcionando mal para a maioria da população.Estadão: Há culpados para isso? Alguém ou algum ato administrativo que tenha jogado o Estado em tal situação?Olívio Dutra:Há uma política responsável por isso que tem pai e mãe no campo político partidário de sustentação do atual governo que vem se auto sucedendo há anos, somente interrompido, de 1991/1994 pelo Governo Collares e, em 1999/2002 pelo governo da Frente Popular. A privataria e o descaso para com as funções sociais e primordiais do estado foram a característica das políticas implementadas por esse campo político.
Estadão:
No seu governo, o que foi feito para controlar a situação e por que não se conseguiu?
Olívio Dutra:
Desencadeamos um combate à enorme renúncia fiscal, à sonegação e aos favores tributários; Não reajustamos salários acima de R$ 7 mil; Não atrasamos e não fizemos financiamento para pagar em dia o funcionalismo. Propusemos um Programa de Incentivo ao Crescimento (PIC), sustentado por uma proposta de matriz tributária baseada no princípio de quem tem mais paga mais, quem tem menos paga menos, e o estado, não abdicando de nenhum centavo de sua receita e, sob o controle da sociedade, através do Orçamento Participativo, otimiza seus gastos desconcentra e descentraliza seus investimentos e ações.Essa proposta, por três vezes, foi derrotada na Assembléia Legislativa onde não tínhamos maioria e não barganhamos votos. Mesmo não tendo aprovado o PIC pela Assembléia fomos tomando medidas que fizeram com que a economia gaúcha de 99 a 2002 crescesse 16 vezes mais que no período de 95 a 98 e bem mais que a do Brasil. A renda per capita dos gaúchos que, no governo anterior diminuíra 4,8%, cresceu 8,4%. A renda per capita brasileira nesse período cresceu 2,7%. O PIB industrial e agropecuário do RS cresceu 16,2% e 21,6% respectivamente e o estado assumiu o 2º lugar nas exportações brasileiras.
Estadão:
Na sua avaliação, como o problema deveria ser resolvido? É possível equilibrar o caixa sem aumentar impostos? Ou sem recorrer a receitas da administração empresarial como demitir, vender ativos etc?
Olívio Dutra:
Apoiar e se empenhar pela aprovação da reforma tributária que o Presidente Lula encaminhou para o Congresso em abril de 2003; insistir no combate à renúncia fiscal acintosa, à sonegação enorme e aos favores tributários para quem não precisa; reorganizar a administração fazendária e cobrar a dívida ativa; encontrar, com os demais poderes, uma solução democrática e estrutural para o IPE; renegociar, em conjunto com os outros estados, e em outros termos, a dívida pública com a União; valorizar a produção gaúcha de forma que se agregue mais valor ao que exportamos para o mercado interno e externo; lutar por mudanças na Lei Khandir naquilo que está prejudicando o RS; estimular a pequena e média empresa, a agropecuária de pequena e médio porte e os sistemas locais de produção; estimular o amplo e democrático protagonismo cidadão para que, num processo participativo consciente e crescente, se possa realizar essas mudanças a curto e médio prazo.
Estadão:
O que o RS não fez que os outros Estados, em situação melhor, fizeram? Qual é a diferença?
Olívio Dutra:

Isso serve para resolver problemas de governo e nós estamos diante da necessidade e responsabilidade de encaminhar soluções para o Estado brasileiro nas suas três dimensões: municipal, estadual e federal. O RS, ao longo dos anos, foi se submetendo a uma relação federada subalterna e a uma globalização submissa. O RS tem que fazer seu dever de casa, mas, isoladamente, não resolverá problemas ligados com as questões estruturais do país.
O pacto federativo no Brasil é uma farsa. Os entes federados jogando responsabilidades uns para os outros e os cidadãos sofrendo as conseqüências desse desengonço. É preciso convocar uma constituinte exclusiva para a Reforma Política, sem terceiro mandato para ninguém e realizar plebiscitos e consultas populares sobre vários temas entre eles, a privatização da Vale do Rio Doce. O país precisa de um choque de radicalidade democrática que a Constituite de 88 apenas esboçou.
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