27.11.11

Dilma entrega primeiro navio da Petrobras construído inteiramente no Brasil

Dilma entrega primeiro navio da Petrobras construído inteiramente no Brasil


A presidenta Dilma Rousseff disse hoje, 25, no Rio de Janeiro, que o Brasil não vai “exportar” empregos e citou a indústria naval como um esforço da produção nacional. “Estamos conseguindo garantir emprego e não vamos permitir que se exporte emprego para fora. Não vamos permitir porque nosso compromisso é com a grandeza do nosso país e, para um país ser grande, seu povo tem que ter acesso ao emprego”.
A declaração foi feita a um grupo de trabalhadores da indústria naval, na cerimônia de entrega do primeiro navio, batizado de Celso Furtado, construído no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Petrobras.
“Esta cerimônia faz parte de uma luta, que vocês ajudaram muito a travar, mesmo antes de estarem empregados no estaleiro ou antes de estarem sendo beneficiados pelo fato de, no Brasil, termos emprego”, disse Dilma Rousseff, que fez questão de lembrar a crise que a indústria naval enfrentou ao longo de décadas. “Quando o presidente Lula chegou ao governo, a industria naval estava paralisada.”
Navio
O navio Celso Furtado, entregue hoje à Transpetro, subsidiária da Petrobras do setor de logística, é um dos 49 previstos no Promef, criado pela estatal para impulsionar a indústria naval brasileira. “No Brasil, muita gente dizia que dava para crescer, mas que poucos ficariam ricos. [Celso] Furtado disse que crescimento era uma coisa e desenvolvimento era outra, que país só se desenvolvia se o povo crescesse junto”, disse a presidenta, citando o economista e imortal Celso Furtado, cujo nome foi escolhido para batizar o navio.
O Celso Furtado é um navio-tanque com 183 metros de comprimento e capacidade para transportar 56 milhões de litros de combustíveis, como gasolina e óleo diesel.
O Promef é apontado como o principal instrumento da modernização e ampliação da indústria naval brasileira. Três estaleiros já foram construídos para atender à demanda atual e à expectativa de crescimento do setor: o Rio Tietê, em São Paulo, e Atlântico Sul e STX-Promar, em Pernambuco.
O programa também é responsável pela retomada do mercado de trabalho do setor. Na virada do século, os poucos estaleiros nacionais que resistiram à crise empregavam pouco mais de 2 mil pessoas. Atualmente, emprega quase 60 mil pessoas, segundo dados da Transpetro. Do total de embarcações projetadas, 41 foram encomendadas, envolvendo investimentos de R$ 9,6 bilhões. Oito navios ainda estão em processo de licitação.
 

23.11.11

EMENDA DE INICIATIVA POPULAR - Picada Café

EMENDA DE INICIATIVA POPULAR - Picada Café


CONVITE


               A Prefeitura Municipal e a Câmara Municipal de Vereadores de Picada Café convidam a comunidade em geral para participar da Audiência Pública que será realizada na próxima sexta-feira, dia 25 de novembro, às 19 horas e 30 minutos, na Câmara Municipal de Vereadores para a escolha da EMENDA DE INICIATIVA POPULAR. Uma iniciativa da Câmara dos Deputados, que pela primeira vez institui a possibilidade a população de cada município de até 50 mil habitantes escolher a sua prioridade na área da saúde.
              Acreditamos que a participação popular no debate e na escolha da EMENDA tem potencial transformador e induz ao melhor uso e a maior fiscalização dos recursos públicos.

                                                   Atenciosamente,

  Luciano Klein                                Artêmio Arnold
    Prefeito Municipal                        Presidente da Câmara Municipal de Vereadores

Vanazzi planta árvores na Avenida Alta Tensão

Vanazzi planta árvores na Avenida Alta Tensão
No início da tarde desta quarta-feira, 23, o prefeito de São Leopoldo Ary Vanazzi participou do plantio de 120 mudas de árvores ao longo da Avenida Alta Tensão, nos fundos da Stihl, no Bairro Fazenda São Borja. As mudas das espécies Tibouchina e Chal-Chal são nativas. As primeiras são de pequeno porte, ornamentais e possuem uma fruta muito apreciada pelos pássaros. As últimas são de porte médio e proporcionam uma boa quantidade de sombra. As árvores não têm raízes capazes de danificar o passeio e formarão um corredor verde ao longo da avenida.        
Vanazzi explica que o plantio integra a política da administração de recuperação ambiental e embelezamento da cidade. “Temos o objetivo de plantar 15 mil mudas até 2014. Se a comunidade colaborar e auxiliar para que as mudas não sejam retiradas ou danificadas, São Leopoldo será uma das cidades mais arborizadas do Rio Grande do Sul”.         
ARBORIZAÇÃO - O diretor de Proteção Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Fabiano De Mari, revela que com estas 120 mudas está sendo alcançado o total de 1,6 mil árvores nativas plantadas em toda a cidade desde a criação do Programa de Arborização Urbana, há cinco meses. “Isto dá uma média de quase 300 por mês. O mais importante é que o projeto prevê arborização em locais onde há déficit e o trabalho não é aleatório: temos um plano de manejo que prevê que a cada três meses, num período de dois anos, voltemos aos locais onde houve plantio para monitorar e replantar as mudas que eventualmente não vingaram”. De Mari acrescenta que outra característica do projeto é que as mudas são plantadas de acordo com o mobiliário urbano, ou seja, para não interferir nas redes de energia elétrica e nem nas construções. “Estamos buscando também a diversificação, utilizando diferentes tipos de árvores nativas”, completa.        
Participaram do ato os secretários municipais de Planejamento e Coordenação, Paulo Borba, do Meio Ambiente, Darci Zanini, de Limpeza Pública, Mário Selli, e da Fazenda, Luiz Fernando Heylmann, além de demais servidores públicos e funcionários da Stihl

Prefeito e representantes de sindicatos visitam Centro Administrativo

Prefeito e representantes de sindicatos visitam Centro Administrativo
O prefeito Ary Vanazzi visitou as obras do novo Centro Administrativo de São Leopoldo (Avenida Dom João Becker, defronte à Rodoviária), na tarde desta quarta-feira (23), acompanhado da presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Aida Maria de Souza, e do diretor do Sindisaúde, Andrei Rex.
Até este mês, foram executados 90% dos serviços da supra-estrutura; 50% da alvenaria; 30% dos revestimentos; e 40% das instalações elétricas, hidrossanitárias e climatização. Em dezembro, o cronograma de execução prevê o início da regularização da área externa, revestimento de granito das fachadas, colocação dos pisos internos e instalação das esquadrias. A previsão é de que a construção esteja concluída, ainda, no primeiro semestre de 2012.
Durante a visita, o prefeito lembrou que o designer do novo Centro Administrativo mistura o antigo e o moderno. No hall de entrada, por exemplo, haverá uma escadaria com painéis que contarão a história da cidade, desde a chegada dos imigrantes alemães até os dias de hoje. “É importante mantermos viva a história. E, esta obra será o marco de todas as mudanças realizadas na Prefeitura desde o início do governo, em 2005”, enfatizou.
A empresa Planta e Obra Administração e Construção LTDA é a responsável pela construção. A Prefeitura está investindo R$ 10,8 milhões na construção que, após concluída, resultará em uma economia de R$ 1,5 milhão em alugueis aos cofres públicos. O prédio de oito mil metros quadrados sediará o gabinete do prefeito e a maior parte das secretarias.           
Também estiveram presentes à visita os secretários municipais de Planejamento Urbano, Paulo Borba; de Administração, Edvaldo Cavedon; de Obra, Armando Motta; de Meio Ambiente, Darci Zanini; da Fazenda, Luiz Fernando Heylmann; Secretaria Geral, Olger Peres; e o Procurador Geral do Município, Luiz Felipe Menezes Tronquini

Valter Pomar debate crise econômica mundial em São Leopoldo

Valter Pomar debate crise econômica mundial em São Leopoldo

21.11.11

Deputada Ana Affonso em Picada Café

Deputada Ana Affonso em Picada Café
Dezenas de cafeenses, na maioria mulheres, se reuniram no sábado, 19, no auditório da Escola Estadual Décio Martins Costa para ouvir a Deputada Estadual Ana Affonso (PT) que palestrou sobre o Papel da Mulher na Sociedade, Aposentadoria das Mulheres, Educação Infantil e Ensino Profissionalizante. A atividade, uma iniciativa do Vereador Décio Heylmann (PT) também teve a participação dos vereadores José Carlos Linck (PTB) e da Vereadora Maria Lúcia Diel Klein (PSDB) e de vários grupos de mulheres, OASE, grupos da Terceira Idade, conselheiras tutelares e simpatizantes da deputada.
A Deputada Ana Affonso demonstrou que a mulher tem exercido papel de destaque na sociedade atual no mundo e no Brasil. Temos vários exemplos de mulheres no comando de países e um dos exemplos e a Presidenta Dilma Rousseff que tem uma longa trajetória na luta por um país melhor. Afirmou ainda que a realidade atual é de que a mulher busque ainda maior participação e garantia dos direitos, dando exemplo a Lei Maria da Penha e o compromisso dos partidos de garantirem a participação das mulheres nas nominatas eleitorais.
A mulher deixou de ser apenas dona de casa e foi trabalhar fora e hoje, é gestora de muitos projetos, disse Ana Affonso. Para isso, a mulher está em busca de novos horizontes. Nessa nova situação, a mulher precisa ter condições de deixar seus filhos em escolas infantis e isso tem sido um debate profundo na sociedade contemporânea, afirmou a deputada.
A educação infantil foi pauta de vários questionamentos acerca dos direitos dos professores da Fundação Assistencial de Picada Café de garantia dos direitos trabalhistas e da quantidade de crianças que são cuidadas pelos professores da entidade. O Vereador Décio apresentou a situação da Construção da Creche Modelo que teve investimento de mais de 1 milhão de recursos do Governo Lula e Dilma e que está em fase de conclusão. Disse ainda que no momento em que estiver concluída, a Picada Café terá melhores condições de absorver a demanda crescente pelos serviços de Educação Infantil. O Vereador Décio enfatizou que na opinião dele, a creche nova deve estar a disposição das crianças de Picada Café como prioridade.
Sobre os cursos profissionalizantes que a Escola Estadual Décio Martins Costa está elaborando um projeto, a Deputada sugeriu que a comunidade escolar se organize em conjunto com o Vereador Décio Heylmann para uma audiência com o Secretário Estadual de Educação para debater a possibilidade de incluir a escola no PRONATEC, um projeto do Governo do Estado.

18.11.11

Lula aparece com novo visual e bem-humorado


Lula aparece com novo visual e bem-humorado

Carinho

Lula com Dona Marisa e novo visual

Na tarde desta quarta-feira (16), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva raspou a barba e o cabelo, antecipando a queda causada pela quimioterapia usada em seu tratamento contra o câncer de laringe. Dona Marisa Letícia cortou o cabelo e fez a barba do ex-presidente.
A foto do novo visual de Lula foi divulgada pelo site do Instituto da Cidadania e provocou centenas de manifestações nas redes sociais da Internet. O material foi amplamente reproduzido e o ex-presidente recebeu manifestações de carinho e solidariedade em todo o país.

17.11.11

Vereador Décio Heylmann garante mais 100 mil reais para Picada Café

Vereador Décio Heylmann garante mais 100 mil reais para Picada Café

O Vereador Décio Heylmann recebeu a confirmação da Emenda Parlamentar do Orçamento 2012 do Governo Dilma Rousseff através do Deputado Federal Dionilso Marcon no valor de 100 mil reais que foi destinado para a pavimentação da Rua Carlos Utzig no Bairro Esperança.
Conforme Décio, essa Emenda Parlamentar foi debatida no mês de agosto entre o seu mandato e o Deputado Federal com os moradores da rua beneficiada. Na oportunidade, também estiveram presentes os vereadores José Carlos Linck e Maria Lúcia Diel Klein.
O vereador ainda lembra que o Deputado Marcon disponibilizou todo o recurso que tem disponível debatendo com as comunidades e se fez presente em Picada Café onde pode ouvir dos próprios moradores as necessidades. Na época, o morador Roque Nobles falou da necessidade de pavimentar o restante da Rua Carlos Utzig no Bairro Esperança porque há uma grande fluxo de veículos em  direção a Linha Nova o que provoca muita peira e isso dificulta muito a vida daquela comunidade.
O próximo passo agora é a Prefeitura Municipal cadastrar o projeto no SICONV e iniciar as tratativas para a elaboração do projeto. A liberação dos recursos deverá ser entre o meio do ano e final do ano de 2012.

16.11.11

'Governo poderia ser um pouco mais ousado na crise', diz Pochmann

'Governo poderia ser um pouco mais ousado na crise', diz Pochmann
Em entrevista à Carta Maior, presidente do Ipea, Marcio Pochmann, defende que país use fundo soberano para comprar ações de multinacionais e que, para salvar PIB, Banco Central acelere corte do juro. Para ele, economias ricas tornaram-se 'ocas' e, com piora da situação global, arrocho fiscal ficou exagerado e deveria diminuir. Juro real no Brasil deveria ser de 2%, afirma.
André Barrocal

BRASÍLIA – Marcio Pochmann tem a voz mansa, baixa e o costume de abotoar a camisa social no pescoço sem usar gravata que fazem pensar que se está diante de um padre. Há quatro de seus 49 anos à frente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o gaúcho é uma hipótese na cabeça do autor de sua nomeação, o ex-presidente Lula, para disputar a prefeitura de Campinas, onde se doutorou em Ciência Econômica em 1993.
Em 18 anos de doutor, Pochmann viu o apogeu do neoliberalismo liderado pelo sistema financeiro e, hoje, assiste à (palavra dele) decadência do mundo rico. Pela primeira vez desde a crise de 1929, quem puxa a economia global são os países em desenvolvimento. O Brasil está na nova locomotiva. Mas, diz Pochmann, deveria ser mais ousado, para encurtar mais a mais depressa a diferença que separa o país do velho “primeiro mundo”.
Por que não aproveita que algumas ações em bolsas mundo afora custam pouco e vira acionista de multinacionais? Participar da tomada de decisões que repercurtem no país é sempre benéfico. Por que não acelera o corte da taxa de juro do Banco Central e reduz o pagamento de juros da dívida pública? Se protegeria melhor dos efeitos de um cenário externo para lá de desalentador.
Nesta entrevista à Carta Maior, além de defender ousadia, Pochmann diz que há uma disputa no governo sobre o tipo de crescimento do país (primário exportador versus tecnológico-industrial), analisa a mudança geográfica no dinamismo econômico global, defende juro real de 2%, faz um balanço do primeiro ano de Dilma Rousseff e aponta os principais desafios do país para 2012. A seguir, a íntegra da entrevista.

CARTA MAIOR: Um estudo recente do Ipea diz que desde a crise de 2008 os países em desenvolvimento contribuem mais para o crescimento mundial do que os ricos. Essa é uma situação que veio para ficar ou tem prazo de validade?
Marcio Pochmann: A economia europeia, os Estados Unidos e mesmo o Japão estão se transformando cada vez mais em economias ocas, devido ao deslocamento do seu setor produtivo para outras áreas geográficas do mundo, especialmente a Ásia. É a primeira vez, desde a crise de 1929, que o dinamismo econômico vem sendo protagonizado por países não desenvolvidos. As medidas tomadas pelos países ricos em 2008 foram muito importantes para evitar uma depressão e resolveram, de certa forma, a solvabilidade do setor financeiro. Mas não foram suficientes para dinamizar a economia porque o setor produtivo estava muito comprometido. O que não se verificou nos BRICS [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul]. Brasil, China e a Índia tomaram medidas que fortaleceram o mercado interno e saíram muito mais fortes. E não tenho dúvida de que continuarão se fortalecendo. A não ser que tenhamos um conflito. Historicamente, o deslocamento do centro dinâmico sempre foi acompanhado ou sucedido de conflitos armados. Até quando Estados Unidos e Europa aceitarão tranquilamente seu esvaziamento econômico, o crescimento do desemprego, a desigualdade de renda?

O senhor acredita em hipótese real de o mundo passar por uma guerra?
Pochmann: Espero que não. Os países desenvolvidos estão diante da seguinte escolha: a decadência ou o declínio. Decadência é a desorganização, a ruptura política. Um dos sinais de decadência é o que ocorreu recentemente nos Estados Unidos na disputa política dos pela ampliação do limite de endividamento. O governo Obama tinha sido autorizado três vezes e de repente não foi. Isso é um constrangimento inimaginável. Decadência é a incapacidade de construir maiorias políticas. É o que estamos vendo na Europa. Crise política aberta, quase uma volta ao colonialismo, a impossibilidade de ter decisões nacionais. A Grécia foi fortemente afetada pelos países da União Europeia porque quis se submeter ao vaticínio popular. Declínio seria aceitar que o padrão de vida do país não vai mais crescer como vinha crescendo. E essa acomodação pode ser feita em termos civilizados. Claro que a decadência dos países ricos contamina os BRICS também, mas o cenário que está aberto para nós não é de decadência nem de declínio, é de crescimento. Não sabemos, no caso brasileiro, para aonde vai esse crescimento. Eu costumo lembrar que o crescimento é possível no vaco ou na fama [dois acrônimos que o entrevistado explicará]. Fama é muita fazenda, muita mineração, muita maquiladora, quer dizer, o Brasil vai crescer como cresceu nos quatro séculos passados, como produtor e exportador de produtos primários.

O senhor acha que o Brasil hoje sofre esse problema? Há uma qualidade insuficiente do crescimento? Cresce errado?
Pochmann: Já te respondo. A outra alternativa é o Brasil do vaco, do valor agregado e do conhecimento. Acredito que a novidade do Brasil nessa primeira década do século XXI é a construção de maioria política que tem clareza que o país não pode mais continuar com voo de galinha. O voo de galinha nos fez mal nos anos 80 e 90 e levou a uma regressão econômica e social. Em 1980, o Brasil era a oitava economia do mundo, no ano 2000 era a 13ª, até o México nos superou. No meu modo de ver, há uma maioria em torno de que o Brasil não pode mais repetir os anos 80 e 90. Isso nos deu a possibilidade de construir políticas de compromisso com o crescimento. O que não está claro, é objeto de disputa dentro do governo, é um governo muito amplo, é: qual crescimento? Quando olhamos a taxa de juros e a taxa de câmbio, isso aí é aplauso para o país da fama. Agora, quando você olha o Brasil Maior, uma tentativa de organizar uma política industrial, o Brasil Sem Miséria, a ênfase na educação, a elevação dos gastos na educação, a expansão das bolsas para o exterior, a constituição da Embrapi [Empresa Brasileira de Pesquisa Industrial], essas ações são para o Brasil do vaco.

E quem está ganhado essa disputa dentro do governo, na sua avaliação?
Pochmann: Não temos um balanço, porque o que aconteceu nesse período de expansão não se deu apenas por determinações endógenas, nacionais. Claro que são elas as mais importantes, no entanto, o Brasil se reposiciona no mundo frente a uma perda de influência dos Estados Unidos e um crescimento da China. Em 2000, as exportações brasileiras para a China representavam 2% das nossas. Hoje, se aproximam dos 20%. Os Estados Unidos eram 25%, agora são menos de 15%. Essa inversão, da forma com que foi feita, trouxe impactos do ponto de vista produtivo. Com os Estados Unidos, nossa pauta de exportação era mais rica do que é com a China. Hoje, 50% das exportações são produtos primários para a China. Não é porque a China impõe, foi a maneira que o Brasil encontrou, dentro dos seus constrangimentos, de exportar mais. Nós podemos alterar isso, não dependemos da China.

Aproveitando que senhor falou em balanço. Estamos terminando o primeiro ano do governo Dilma. Do ponto de vista macroeconômico, o que se destaca na sua opinião? Qual é o balanço?
Pochmann: Em primeiro lugar, a busca de uma convergência na condução da política macroeconômica. É uma avaliação da presidenta em relação ao conflito entre a política monetária e fiscal que ocorreu nos dois governos do presidente Lula. Eu percebo uma convergência. Não houve um vencedor, as duas partes reconsideraram, digamos assim. Vejo um ano vitorioso nessa condução, que não contou com o apoio do mercado financeiro, especialmente no período mais recente, em que se alterou a trajetória da taxa de juros. Um segundo aspecto é uma busca de maior racionalidade na gestão do governo. Isso se iniciou com um corte orçamentário, buscando ampliar a eficiência a partir de um orçamento menor e maior interlocução entre os ministérios. Isso não é ainda perceptível e generalizado, mas é possível observar em algumas ações. A principal delas é a integração do governo para reduzir a miséria.

Não houve nenhum ponto negativo?
Pochmann: Numa avaliação ex-post, isso é mais fácil fazer, as medidas tomadas no início do ano se mostraram muito fortes, diante do aprofundamento da crise internacional. No início do ano, era quase um consenso que o Brasil não poderia continuar crescendo ao ritmo de 7,5%, tendo em vista deficiências de investimento. Precisava desacelerar. No entanto, essa medida tomada internamente se associou a um quadro internacional de agravamento e por isso levou a uma mudança nas expecativas de investimentos internos. E isso acelerou a queda da atividade. As medidas do início do ano eram para fazer com que saíssemos de 7,5% para 4,5%, 5% de crescimento. Só que, com a combinação de resultados negativos da crise, a desaceleração foi mais rápida. Se não houvesse alteração no comportamento do juro, se o governo não toma medidas necessárias, acho inclusive que poderia avança algumas mais, nós poderíamos correr o risco de ter um PIB crescendo 2%, 3% este ano e talvez uma estagnação no ano que vem.

O que seria avançar mais?
Pochmann: Do ponto de vista da política fiscal.

Como?
Pochmann: Uma revisão do superávit fiscal para baixo. E na política monetária, poderíamos ter uma desaceleração mais acentuada da taxa de juros.

Até quando o Brasil terá de conviver com superávit primário? Qual seria um patamar razoável de estabilização da dívida a partir do qual o Brasil não precisaria mais fazer superávit primário?
Pochmann: O tamanho da nossa dívida relativamente ao PIB não é um problema, especialmente quando olhamos países ricos muito mais fragilizados. Uma das nossas dificuldades é o perfil da dívida. Um esforço de alongamento dos títulos certamente nos ajudaria muito mais do que o tamanho da dívida. Eu acredito que o superávit fiscal passa a perder importância na medida em que o país tenha um crescimento acima de 5%.

O senhor defendeu reduzir o superávit mas no plano do governo para trazer a taxa de juros para baixo, o superávit tem de ser robusto. Seria então um cálculo exagerado?
Pochmann: Isso é do ponto de vista do discurso, da retórica. Nós fizemos um corte de R$ 50 bilhões no orçamento no inicio do ano, enquanto que a elevação da taxa de juros nos levou a um aumento do gasto financeiro de R$ 35 bi. Cortou-se o gasto operacional de um lado, e de outro se elevou o gasto financeiro com a taxa de juros.

Esses R$ 35 bi são um gasto adicional considerando que recorte de tempo?
Pochmann: Era para o ano todo, se continuasse a trajetória de alta da taxa de juros. Mas vai ser menor, porque o juro está em queda.

Qual seria o nível adequado do juro real no Brasil? Essa é uma discussão que já se impõe, não?
Pochmann: É difícil justificar num país de estabilidade monetária, de contas fiscais relativamente equilibradas, uma taxa de juros real acima de 2% ao ano.

Por que 2% e não 1% ou 3%?
Pochmann: É algo arbitrário, evidentemente. Mas se olharmos um pouco o comportamento da taxa de lucro do setor produtivo brasileiro, as empresas que conseguem ter acima de 2% de lucro real... Na verdade, é um parâmetro. Para que todo setor produtivo possa ter uma rentabilidade superior ao que seria oferecido pela taxa de juros, 2% é um parâmetro razoável. Taxa de lucro acima disso já é muito bem satisfatório.

É um patamar que não desestimula a produção...
Pochmann: É claro que as grandes empresas têm taxas de lucros maiores, mas se você olhar os pequenos...

Esse é um debate que não existe hoje. No último relatório de inflação divulgado pelo Banco Central, o diretor discretamente colocou a questão. Acredita que não há debate porque o 'mercado' não quer? Ou falta o próprio governo colocá-lo?
Pochmann: Evidente que um segmento que convive um longo período com taxas de juros muito altas não tem interesse em uma rentabilidade menor, embora o setor financeiro tenha feito esforços de ampliação de suas taxas de lucros com atividades operacionais, está investindo em tecnologia, já tem clareza também que essse cenário de voo de galinha não pode ser reproduzido. Eu acredito que eles trabalham do ponto de vista interno, mas publicamente não é interessante dizer: “nós aceitamos taxas de juros de tanto”. Porque a taxa de juros não é o resultado de uma decisão técnica-econômica. Evidentemente que os setores que ganham com a taxa de juros pressionam de várias modalidades, assim como o setor produtivo também pressiona.

É uma decisão política...
Pochmann: Existe também uma correlação de forças, de interesse. Alguns criticam que o governo do presidente Lula e mesmo a Dilma poderiam ter reduzido a taxa de juros mais rapidamente... Se você tivesse uma redução dramática, quando o Brasil não podia crescer suficientemente depois de duas décadas de semiestagnação, o que poderia ocorrer? Aquele montão de dinheiro do sistema financeiro vai para onde? Comprar ativos? Aumentariam os preços, teria inflação. Outra alternativa seria esses recursos saírem do Brasil. A escolha do presidente Lula, continuada pela Dilma, foi fazer um movimento coordenado. Você reduz a taxa de juros para limitar os ganhos financeiros e, simultaneamente, cria condições para a transição da liquidez financeira para o setor produtivo. No segundo governo Lula, o governo assumiu o compromisso político com o setor produtivo de fazer o país crescer 5% ao ano. E, com o PAC, disse ao empresário que ele ia ter os elementos necessários para a produção ocorrer, energia, estradas. Esse foi um movimento coordenado.

O que o Brasil terá como grande desafio em 2012?
Pochmann: Antes de falar de desafios. O governo poderia ser um pouco mais ousado. Utilizar a crise como uma grande oportunidade para aquisição de empresas cujos preços estão muito baratos, dada a queda nas bolsas de valores. A Noruega, a China e a Índia já se aproveitaram em 2008, da própria crise, da queda nas bolsas, para adquirir empresas. O Brasil tem um fundo soberano que poderia ser utilizado ao menos uma parte para aquisição de empresas.

Qual por exemplo? Dar o nome acho complicado, mas vamos falar de setor.
Pochmann: Em primeiro lugar, ao contrário da China, da Índia, o setor produtivo brasileiro é muito internacionalizado, você tem quase todas as grandes empresas em operação no Brasil. Alguns dos setores em que somos deficitários poderiam perfeitamente ter uma política mais agressiva de compra de ações. Empresas de transporte, por exemplo. O Brasil é o quinto maior mercado de consumo automobilístico e não tem uma empresa nacional. Nem sei se é o caso de ter. A General Motors estava de joelhos... Os chineses compram empresas, por que você não pode comprar?

Acho que diriam que a China não é um sistema político como é o brasileiro...
Pochmann: Mas a Noruega não tem problema? A Índia não tem problema? Utilizaram os fundos soberanos...

Se tornaram controladores ou acionistas minoritários?
Pochmann: Você tem várias modalidades, acionistas, controladores. Veja uma dificuldade nossa. Quando o governo adota uma política de aumentar as exportações, com subsídios, não necessariamente as empresas transnacionais vão aumentar. A decisão de exportar não é tomada internamente, é na matriz. Você precisa ter empresa nacional.

Sim, e os desafios?
Pochmann: O que nós temos de desafio pela frente é preparar o governo para a transição demográfica que estamos vivendo. Transição de redução muito rápida do número de crianças por mulher, a taxa de fecundidade vem caindo muito drasticamente no Brasil, estamos num processo de envelhecimento, isso tem um impacto muito grande na condução da política pública na área social.

O senhor vai chegar até à reforma da Previdência?
Pochmann: O envelhecimento tem a ver, por exemplo, com a postura da saúde. Uma coisa é o gasto quando um país tem muitas crianças e adolescentes, outra coisa são os gastos com pessoas com mais idade, são mais caros, são mais pesquisas que você tem que ter. Daqui a 10 anos, 15 anos, começarão a sobrar escolas. Mas, ao mesmo tempo, temos uma exigência, tendo em vista a transição para a sociedade do conhecimento, de montarmos escolas para a vida toda. As grandes empresas já gastam 1% do PIB com universidades corporativas, para formação e capacitação dos seus trabalhadores ao longo do tempo. Um desafio aqui é montar uma universidade corporativa no setor público. Nós temos que qualificar melhor os servidores públicos, precisamos de um Estado mais eficiente, isso passa pela qualificação do quadro. A Previdência é um dos aspectos da demografia. Um outro desafio é montar uma indústria de defesa.

Por causa da inserção internacional cada vez maior e do pré-sal?
Pochmann: E das nossas fronteiras. O Brasil é segundo país do mundo com maior quantidade de fronteiras. São 15 mil km de fronteiras secas e 5,5 mil km de fronteira marítima. Não temos um sistema de defesa para isso. A nossa dificuldade está mesmo em setores em que nós somos relativamente avançados, como a indústria da aviação. Somos dependentes de tecnologia. Compramos equipamentos dos Estados Unidos que nos impedem de vender para países que eles não têm interesse que a gente venda.

O governo acabou de lançar um plano sobre isso.
Pochmann: Sim, mas isso é um desafio.

Botar de pé e ampliar.
Pochmann: Sim. Nós já fomos melhor nos anos 70 na indústria de defesa. Outro aspecto, e isso não depende só do Brasil, é construir uma moeda regional. O Brasil é muito pequeno para resistir às forças do dinamismo chinês. Se nós quisermos resistir em melhores condições, precisamos fazer aqui um grande arco com os países do sul do continente. Mais um desafio é elaborar um complexo de difusão tecnológica. O Brasil tem só 14% dos jovens entre 18 e 24 anos no ensino superior. Houve um esforço enorme, dobrou o número de alunos matriculados nos últimos dez anos, parabéns, mas isso é muito pouco. O Brasil tinha que chegar a 70% dos seus jovens matriculados no ensino superior. Isso é um esforço gigantesco.

Como se faz isso?
Pochmann: É um projeto, é alocação de recursos. O pré-sal vai colocar recursos, estamos discutindo se é mais para um estado ou para outro, e não estamos discutindo o que fazer com esses recursos. Nós fizemos um estudo que mostrou que municípios e estados que recebem royalties de petróleo não são os que mais avançam socialmente. Essa discussão que está sendo feita agora tem seu interesse evidentemente, é uma disputa de receitas, mas ela é pobre porque não está possibilitando que nós tenhamos, com o uso desse recurso, um país superior. A China quer ter as 50 maiores universidades do mundo, nós queremos ter quantas? O futuro está no conhecimento, é o principal ativo de um país.

Quando o senhor assumiu, houve uma leitura de que o Ipea estava sendo aparelhado e deixaria de ser uma instituição pública para ser estatal. Acha que essa situação foi superada ou ainda há desconfianças?

Pochmann: O Ipea deixou de ser órgão de assessoria do Poder Executivo. Fez acordos de cooperação com a Câmara e o Senado, com o Poder Judiciário, ampliou seu raio de ação. Uma instituição manipulada não teria essa capacidade. O Ipea se transformou também numa instituição de assessoria da sociedade civil. Temos uma quantidade imensa de acordos de cooperação com universidades, instituições de pesquisa, entidades patronais, entidades de trabalhadores, organismos não governamentais, instituições internacionais. O Ipea se transformou no principal think tank brasileiro. E nunca foi tão produtivo. Tenho viajado muito o Brasil, e é impressionante como a produção do Ipea se tornou recorrente nas universidades, nos sindicatos, nas empresas.

O senhor vai ser candidato a prefeito de Campinas no ano que vem?
Pochmann: Acho que esse é um assunto para se resolver para o próximo ano. Fui surpreendido pela sugestão do presidente Lula, tem muita água para rolar ainda, estou bem aqui no Ipea, mas não deixa de ser uma oportunidade.

15.11.11

Marcon avisa prefeituras sobre Emendas de Iniciativa Popular

Marcon avisa prefeituras sobre Emendas de Iniciativa Popular
Emendas de Iniciativa Popular:
Pela primeira vez um Relator-Geral apresentou proposição desse tipo, intitulada EMENDA DE INICIATIVA POPULAR, objetivando a implementação de políticas públicas prioritárias de apoio aos pequenos municípios, a partir de indicação, por parte do próprio município, observados os seguintes limite financeiros máximos:

a) municípios com até 5.000 habitantes, R$ 300.000,00;
b) municípios de 5.001 até 10.000 habitantes, R$ 400.000,00;
c) municípios de 10.001 até 20.000 habitantes, R$ 500.000,00;
d) municípios de 20.001 até 50.000 habitantes, R$ 600.000,00.

Os recursos deverão ser alocados, em subtítulos específicos para cada município, na modalidade de aplicação 40 (munícípios) ou 71 (consórcio público), em uma das seguintes ações:

a) 8581 - Estruturação da Rede de Serviços de Atenção Básica de Saúde;
b) 7652 - Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos;
c) 10GD - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Abastecimento de água em municípios de até 50.000 habitantes, exclusive de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento econômico (RIDE);
d) 1aGE - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Esgotamento Sanitário em municípios de até 50.000 habitantes, exclusíve de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento econômico (RIDE);
e) 10GG - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de manejo de resíduos sólidos em municípios de até 50.000 habitantes, exclusive de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento econômico (RI DE);
f) 8933 - Serviço de Atenção as Urgências e Emergências na Rede Hospitalar.

O processo de indicação da EMENDA DE INICIATIVA POPULAR será coordenado pelos Deputados Federais e Senadores do respectivo estado.

A deliberação da ação pretendida será feita em audiência pública, promovida conjuntamente pela Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal, com ampla divulgação e participação da sociedade, cabendo ao Prefeito enviar à CMO a ata da audiência e o formulário a ser disponibilizado, devidamente preenchido, por meio de SEDEX com data de postagem até o dia 10.12.2011.

Vencido esse prazo estabelecido, caso não haja indicação de EMENDA DE INICIATIVA POPULAR, os recursos serão alocados na ação 8581 - Estruturação da Rede de Serviços de Atenção Básica de Saúde.

Quando a ação indicada pelo município for realizada sob a modalidade consórcio público (71), deverá constar da ata da audiência pública, a denominação e o CNPJ do consórcio público e os Municípios que o integram.

11.11.11

Prefeitura de São Leopoldo e Semae apresentam obras de saneamento do PAC 2

Prefeitura de São Leopoldo e Semae apresentam obras de saneamento do PAC 2
O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, e o diretor-geral do Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae), Luiz Antonio Castro dos Santos, apresentaram as obras de ampliação da ETE Vicentina e da ETA Imperatriz Leopoldina (ETA 2). O ato aconteceu nesta quinta-feira (10), no Salão Nobre da Prefeitura, com a presença do secretário municipal de Planejamento e Coordenação, Paulo Borba, o presidente da Câmara de Vereadores, vereador Ary Moura, o superintendente regional da Caixa no Vale do Sinos, Mauro Roberto Bom, entre outras autoridades, colaboradores da autarquia e imprensa.
As obras foram contempladas com recursos do governo federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). A Caixa Econômica Federal liberou mais de R$ 17,5 milhões para e execução das obras. O processo licitatório das obras inicia em novembro.
Vanazzi ressaltou que o Semae já deu várias demonstrações de que é uma referência e destacou que a visão estratégica da administração municipal prepara a cidade para o futuro. O prefeito também frisou a importância das obras, em especial a da ETE Vicentina que possibilitará que São Leopoldo trate 70% de esgoto a partir de 2013. Vanazzi também falou Pró-Sinos, com a atuação consorciada das prefeituras, do Semae e da Comusa, que asseguraram R$ 700 milhões, junto ao governo federal para o saneamento da região. “Conseguimos construir uma unidade para mudar o perfil social e econômico, com o protagonismo de São Leopoldo”, afirmou.
Castro explicou as características das obras a serem realizadas na ETA 2 e na ETE Vicentina e considerou a relevância das obras realizadas a partir de 2005 para o desenvolvimento de São Leopoldo.
Sobre as obras de saneamento:
AMPLIAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA:
- Ampliação da capacidade de tratamento de água na Estação de Tratamento de Água Imperatriz Leopoldina (ETA 2), de 600 l/s para 1.200 l/s, abrangendo bloco hidráulico, casa de química, tancagem de produtos químicos, reservatório de acumulação da produção, elevatória, reservatório de lavagem de filtros e canalizações de interligação. 
Período da obra: início em 2012 e conclusão em 2013.
Valor da obra: R$ 9.152.510,22 Financiamento: PAC 2/ Orçamento Geral da União (OGU)
AMPLIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO:
- Ampliação e qualificação da Estação de Tratamento de Esgotos da Vicentina abrange digestores anaeróbios, tratamento biológico para redução de nutrientes e canalizações de interligação.        
O sistema proposto aumentará a eficiência do tratamento com redução de carga orgânica superior a 95%. A meta é reduzir nitrogênio para um índice menor que 10 mg/L e fósforo menos que 1 mg/L conforme exige a legislação.
Período da obra: início em 2012 e conclusão em 2013Valor da obra: R$ 8.745.821,81
Financiamento: PAC 2/ Orçamento Geral da União (OGU)
Habitação
O prefeito e a Caixa também assinaram o contrato para construção de mais 301 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa Minha Vida, construção de uma escola, um centro de conveniência e recuperação de área degradada onde 1.030 famílias serão beneficiadas, com recursos do programa PPI- Intervenções em Favelas e Ação
- Apoio à Urbanização de Assentamentos Precários. O investimento corresponde a R$ 15.434.580,30, sendo R$ 1.560.223,25 de contrapartida do município e o restante do Orçamento Geral da União.

Investimentos de R$ 20 milhões para uma São Leopoldo mais sustentável

Investimentos de R$ 20 milhões para uma São Leopoldo mais sustentável   
O dia de sol foi o cenário da Inauguração da Indústria de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos em São Leopoldo, que ocorreu nesta quarta-feira, dia 09.  A nova estrutura está localizada na Estrada do Socorro, 1550, bairro Arroio da Manteiga. A unidade possui recursos tecnológicos e operacionais alinhados a política de sustentabilidade e às novas normas nacionais para gestão de resíduos. Ao todo serão investidos R$20 milhões no local, pelo grupo Solvi.           
O prefeito Ary Vanazzi prestigiou o evento e enfatizou a preocupação que São Leopoldo tem com a natureza. “Queremos entusiasmar a região de forma coletiva, com uma política articulada. Estamos preocupados com o saneamento básico, a recuperação do meio ambiente, o tratamento de resíduos sólidos, e a geração de energia”. Vanazzi lembrou ainda que a Indústria oferecerá um Centro de Educação Ambiental, com o objetivo de aumentar a participação da comunidade nos projetos ambientais.           
A secretária Estadual do Meio Ambiente, Jussara Cony, parabenizou Vanazzi pelas iniciativas ambientais que estão ocorrendo no município e lembrou que é necessário uma mudança na cultura do comportamento dos gestores e da população. “O que estamos presenciando hoje é uma lição, temos que criar uma nova estrutura de transformação com práticas inovadoras e experienciais eficazes”.            
Para alegrar a atividade, o evento contou com um grupo de coral da Escola Estadual Firmino Acauã. O grupo, formado por crianças entre 8 e 10 anos cantou a música: Terra, Planeta Água, de Guilherme Arantes. Comprometidos com a sustentabilidade o grupo distribuiu cascas de laranjas secas com açúcar para as autoridades presentes.
Estrutura da Obra           
A empresa responsável pela obra é a Revita – Engenharia Sustentável do Grupo Solvi. Segundo o presidente, Carlos Villa, vai gerar emprego e energia para a cidade. “São Leopoldo está no caminho da sustentabilidade”, avaliou Villa. A indústria ficará em uma área de 130 hectares, no entanto, somente 60 serão utilizados para o empreendimento. Os outros 70 continuarão intactos, preservando a flora e fauna da região. O espaço terá um Aterro Sanitário, que passará por seis fases de implantação. Ele será formado por um maciço único, com taludes de inclinação de um para três, semelhante às inclinações da área de entorno. O local está licenciado para receber, inicialmente, 500 toneladas de resíduos por dia.
Reconhecimento: Segundo dados do Ministério Público Estadual, o município de São Leopoldo é considerado referência para o manejo de iniciativas do meio ambiente. O título ocorreu devido às atividades que estão sendo desenvolvidas na cidade, de caráter sócio ambiental, apresentando novas e eficazes soluções para o tratamento de resíduos urbanos.           
Além dos nomes citados, estavam presentes no evento os secretário municipais Paulo Borba (Seplan); Mário Seli (Selimp); Luiz Fernando Heylmann (Semfa), o diretor-executivo do consórcio Pró-Sinos, Julio Dorneles; o deputado estadual Edgar Preto; os vereadores Dolores Pessoa e Daniel Daudt; o presidente do Martin Pescador, Pedro Ivo Marques Reis e demais autoridades da região.

Centro de Saúde Feitoria será reinaugurado até 10 de dezembro

Centro de Saúde Feitoria será reinaugurado até 10 de dezembro

Nesta quinta-feira, 10 de novembro, o prefeito de São Leopoldo Ary Vanazzi juntamente com o secretário de Saúde, Valmor Ruaro, o secretário de Planejamento, Paulo Borba, secretários e vereadores visitou a obra de reforma geral do Centro de Saúde Feitoria. A área de pronto atendimento está concluída, restando o espaço que será destinado para procedimentos eletivos.
A área de 1.108,14 m² está recebendo um investimento de aproximadamente R$ 400 mil da Prefeitura. “ A primeira etapa da obra está concluída para os atendimentos de urgência e emergência”, disse o prefeito. “ A inauguração de toda obra que beneficiará 60 mil moradores da Zona Leste deverá ocorrer até 10 de dezembro”, salientou Vanazzi. “ O local também contará com móveis novos, que já foram licitados”, completou.
Ruaro ressaltou que na os sanitários da unidade serão adaptados para deficientes físicos e haverá a separação de ambientes para coleta de exames e área assistencial. “Vamos evitar que estes pacientes transitem demasiadamente nos locais de consulta, organizando o atendimento, disse Ruaro. Borba declarou que serão construídas cinco rampas para acesso dos cadeirantes e haverá a substituição total de portas, piso, calhas, revestimentos, das redes elétrica e hidráulica”, destacou Borba .
Novidades - A unidade de Saúde apresentará novidades nos procedimentos de urgência e emergência, aumentando o número de consultórios. A obra prevê a reestruturação das salas para esterilização e de apoio aos profissionais da área médica, de Enfermagem e administrativa. “Um ambiente de trabalho melhor reflete diretamente no atendimento aos usuários” enfatizou o prefeito.

9.11.11

Vereador Décio Heylmann vistoria as obras de contenção da VRS 865

Vereador Décio Heylmann vistoria as obras de contenção da VRS 865

O Vereador Décio Heylmann PT, vistoriou na manhã de segunda-feira as obras de contenção do morro na VRS 865 na estrada que liga o Centro de Picada Café até a Joaneta. As obras de contenção são necessárias para evitar o desmoronamento da rocha que iniciou no mês de março depois que ocorreu um temporal. Esse fato também provocou a possibilidade de desmoronar a Rua Otto Buchweiss que recentemente foi pavimentada.
Os recursos da obra são provenientes da METROPLAN, órgão do Governo do Estado e da Administração Municipal. O valor da obra está contratada R$ 286.244,86, sendo R$ 228.979,89 do Governo Tarso Genro e R$ 57.244,77 dos cofres municipais.
Para o vereador Décio Heylmann, esse recurso está sendo aplicado para resolver o problema nesse local, uma vez que a ameaça de desabamento da rua era premente. Décio Heylmann disse que lamenta o fato de necessitarmos investir um montante tão alto numa obra dessas, uma vez que está custando três vezes mais do que a obra de asfalto na rua Otto Buchweits. Afirma ainda que se tivesse sido tomado maior cuidado, talvez não teria ocorrido o desmoronamento. O Vereador lembra também que esse local antigamente era um depósito de lixo, o que pode ter contribuído para essa ocorrência e outra que já originou em 2002 uma grande obra de contenção da estrada, obra essa também custeada na época pelo Governo Olívio Dutra.

7.11.11

Vereador Décio Heylmann vistoria construção de Parada de Ônibus

Vereador Décio Heylmann vistoria construção de Parada de Ônibus



Um projeto oriundo da atuação do Vereador Décio Heylmann (PT) junto com a população dos bairros Floresta e São Jão está sendo realizado. O projeto em foco é da Parada de Ônibus que atenderá aos usuários de trasporte coletivo e que estarão sendo beneficiados com a construção na esquina da BR 116 com a Av. Presidente Lucena e que foi vistoriado pelo vereador do PT na semana passada.Conforme Décio Heylmann, essa parada de ônibus é oriunda da solicitação que a comunidade local fez através do Abaixo Assinado endereçado ao Prefeito Municipal no início do ano pelo seu mandato. No documento assinado por dezenas de munícipes, a população afirmava que a parada de ônibus tem a finalidade de "atender os funcionários das empresas locais e da região para que tenham um local de abrigo enquanto esperam seu transporte, pois em dias de chuva os mesmos chegam com os pés molhados às empresas, tendo que trabalhar o restante do dia nestas condições".


CONVITE para X SCHMIERFEST de 10 a 13 de Novembro de 2011.

CONVITE para X SCHMIERFEST de 10 a 13 de Novembro de 2011.


O Município de Presidente Lucena está localizado na Microrregião Colonial da Encosta da Serra, distante 65 km de Porto Alegre, possui inúmeras características culturais que a identificam: a presença das bandinhas, dos coros, da culinária marcante, muita festa, artesanato, animação, a presença dos dialetos, danças; é o jeito de viver e ver o mundo característico desta região é a marca forte desta cultura de descendência germânica que precisa ser preservada.
A identidade cultural alicerça-se em capacidades e em valores, no que somos capazes de compreender do mundo e no significado que damos às nossas vidas. Todos participam do processo cultural: uns criam, outros promovem e ainda há aqueles admiram, desta forma a administração municipal busca fortalecer os laços com a cultura e a identidade do seu povo.
Interessados já podem se inscrever para o Distrito Industrial da Zona Norte        
Na tarde desta segunda-feira, 7, o prefeito de São Leopoldo Ary Vanazzi assinou o edital de chamada para inscrições das empresas interessadas em adquirir os primeiros 16 lotes no Distrito Industrial da Zona Norte. O ato foi realizado no Salão Nobre (Praça Tiradentes, 119, Centro) e contou com a presença de empresários, secretários, funcionários e comunidade.     
O prefeito reconheceu que o processo de liberação da área foi lento e atribuiu o fato às exigências que precisam ser cumpridas, principalmente na área ambiental. “Mas graças à dedicação de todos e ao trabalho integrado das secretarias está tudo em dia para a construção do Distrito”. Vanazzi explicou como será o financiamento dos lotes. O metro quadrado será vendido a R$ 89,00, sendo que uma área de mil metros quadrados custará R$ 89 mil, dos quais o empresário paga R$ 11 mil de entrada e o restante em 48 vezes, com correção do IGP-DI. “Fazendo o parcelamento, o empresário poderá automaticamente dar o terreno em garantia para obter o financiamento junto aos bancos públicos para construção da estrutura física da empresa”.
QUALIDADE - Ele frisou que o Distrito, por ter metade de sua área destinada à preservação, é de alta qualidade ambiental. Também anunciou que em breve estará asfaltada a duplicação da Estrada do Socorro, além de melhorias na Avenida Atalíbio Taurino de Rezende e em outras ruas do entorno. “Todos os recursos arrecadados no Distrito irão para um fundo que será reinvestido em infraestrutura na cidade”. Vanazzi acredita que em 30 dias deverá estar concluída a seleção das empresas cadastradas para esta primeira etapa, e que em outros 30 dias os empresários deverão estar com as autorizações para início das obras. “A Revista Veja e a imprensa do estado estão divulgando que São Leopoldo é uma das melhores cidades para investir e crescer. Não tenho medo de afirmar que num prazo de oito a dez anos seremos referência nacional do ponto de vista do crescimento industrial, do saneamento, da qualidade de vida e da preservação ambiental”.
INVESTIMENTO - O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Social, Fernando Menezes, destacou o investimento de R$ 11.719.340,02 da administração na área. Disse que a intenção é entregar os primeiros 16 lotes, de um total de 66, até o final de janeiro. Citou os benefícios que as empresas terão, como redução dos pagamentos de tributos a titulo de incentivo. Ainda citou o Distrito Industrial Málaga, na Zona Sul, onde algumas empresas já estão instalando seus galpões.
O vereador Carlos Fleck agradeceu ao trabalho desenvolvido pelos funcionários da Semedes que possibilitou a abertura do Distrito. Disse que nos últimos anos o município recebeu um “banho de gestão” e que as taxas de desemprego e de analfabetismo estão entre as menores dos municípios. Já o representante da Acis/SL, Davi Dalcin, disse a assinatura do edital é um momento comemorado por todos.
Quem quiser obter mais informações sobre como se habilitar para concorrer a um lote no Distrito Industrial da Zona Norte pode entrar em contato pelo fone (51) 3589-5790 ou pelo e-mail empresarial@saoleopoldo.rs.gov.br.

6.11.11

Tempo seco acelera obra de canalização do Arroio Gauchinho

Tempo seco acelera obra de canalização do Arroio Gauchinho
            Na tarde de terça-feira (1º/11), o prefeito Ary Vanazzi conferiu o andamento das obras de canalização dos 1,1 mil metros do Arroio Gauchinho, na divisa com Novo Hamburgo. Ele percorreu toda a extensão que receberá a canalização, desde a avenida Mauá até as proximidades da Vila Brás. Cerca de 150 metros estão prontos, no sentido Casa de Bombas/Mauá. Serão investidos cerca de R$ 6 milhões no local e as obras integram o pacote de R$ 55 milhões para modernização do Sistema de Proteção contra as Cheias. “O tempo ensolarado é fundamental para que a obra avance mais rapidamente. A ideia é aproveitar o forte do verão e agilizar os trabalhos antes do próximo inverno”.
O prefeito explicou que a obra vai acabar com os alagamentos e resolver a situação das famílias da região. “Temos um acerto com o Ministério Público, que autorizou a distância de 15 metros das casas do leito do arroio, atendendo a Resolução nº 369 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)”. Vanazzi acrescentou que a canalização vai permitir a conclusão de um novo anel viário, ligando a Mauá até a 14 Bis, passando pela Vila Brás e chegando ao Centro. “Será um acesso rápido e ágil para todos os usuários do trânsito aqui da região, que não precisarão mais circular pela Caxias do Sul para chegar à área central”, resumiu o prefeito.
DETALHES – Para realizar a canalização, a equipe da Dobil Engenharia está trabalhando por partes, dividindo os trechos e fazendo a limpeza com retroescavadeiras. “Na parte represada, é feita primeiramente uma estrutura de rachão, com pedras maiores. Logo após, é colocada a brita e sobre ela uma estrutura de concreto, chamada de radier, onde as peças de aproximadamente quatro toneladas são assentadas”, explicou o secretário de Obras Viárias e Serviços Urbanos, Armando Motta. Estas peças têm 5,20m de espaço interno, dentro do qual o arroio vai correr por 1,50 metros de altura e um metro de largura. Elas são unidas umas às outras através de uma espécie de rejunte. O primeiro trecho, próximo à Casa de Bombas, tem cerca de 200 metros. Os próximos serão mais curtos, com cerca de 60 metros cada, em função da necessidade de se colocar bombas e canos ao lado da obra para transpor a água da montante (avenida Mauá) à jusante (Casa de Bombas) do Arroio Gauchinho. “Isto se faz necessário, pois cada trecho onde a obra vai ser realizada precisa estar seco”, detalhou o secretário.
            Além de Motta e do engenheiro civil responsável pela obra, Luis Fernando Carvalho Felix, Vanazzi esteve acompanhado ainda pelos secretários municipais de Projetos Especiais, José Carlos Pereira, do Meio Ambiente, Darci Zanini, e do Orçamento Participativo, Gerson Luis de Souza, além do coordenador da Defesa Civil, Silomar Gomes, e do vereador Nestor Schwertner.

Governador Tarso Genro sanciona lei do deputado Edegar Pretto

Governador Tarso Genro sanciona
 lei do deputado Edegar Pretto 
O governador Tarso Genro sancionou a lei que cria o Sistema Unificado de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (SUSAF-RS), de autoria do deputado estadual Edegar Pretto, que permitirá o comércio intermunicipal de produtos das agroindústrias familiares no estado. Assim que chegou ao CTG Porteira da Querência, onde ocorreu a solenidade, em Sarandi, o governador Tarso Genro disse,que a lei de autoria de Edegar é “um brinco para a agricultura familiar, porque viabiliza aos pequenos agricultores locais circular em todos os municípios, agregando a qualidade sanitária a esses produtos e abrindo porções de mercado em outras regiões. “O SUSAF-RS movimenta a economia e faz parte de uma visão que nós estamos trabalhando para fortalecer os arranjos produtivos locais. Desde o começo dos grandes debates eleitorais, tenho dito que a salvação do Rio Grande do Sul é fazer a economia se desenvolver de baixo para cima, integrando toda nossa base produtiva histórica”, ressaltou o governador.


VITÓRIA DOS PEQUENOS
Tarso Genro exibe como um troféu documento de sanção da lei que cria o SUSAF-RS 
O projeto, aprovado no dia 18 de outubro na Assembleia Legislativa, foi resultado de amplo debate promovido em todo o estado com diversas instituições e entidades do campo e da cidade. No seu pronunciamento o deputado Edegar Pretto lembrou nomes como o deputado federal Adão Pretto, falecido em 2009 e do ex-governador Olívio Dutra como exemplos de antecessores no trabalho voltado à justiça social para trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. O parlamentar saudou todos que contribuíram para que o projeto fosse realidade. “Em Sarandi, realizamos a primeira audiência pública para debater a criação do SUSAF-RS. Então, nada mais justo do que promover este ato público com o intuito de reafirmar o compromisso deste governo com a agricultura familiar do nosso estado”, disse o deputado Edegar Pretto ao agradecer a iniciativa do governador em transferir para Sarandi a assinatura da lei.


 PARTICIPAÇÃO REGIONAL
Mais de mil pessoas acompanharam
 a solenidade em Sarandi
A solenidade ocorreu no CTG Porteira da Querência, em Sarandi, com a presença de quase 1.500 pessoas entre prefeitos, vereadores, secretários de Estado, deputados estadual e federal, agricultores familiares, lideranças ligadas ao setor produtivo, representantes da Cooperativa de Crédito Crehnor, de federações da agricultura, entidades sindicais e movimentos sociais. 
Em seu discurso, o governador disse ainda que o próximo desafio da Secretária Estadual de Desenvolvimento Rural é articular com municípios a criação dos Serviços de Inspeção Municipais (SIMs) e apoiar as prefeituras que ainda não efetivaram o serviço.